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tratamentos

A tecnologia pode ser uma grande aliada no seu tratamento capilar. Em nossa clínica contamos com profissionais experientes e equipamentos especializados para cuidar da saúde do seu couro cabeludo e das hastes dos seus fios de cabelo. Confira:

MMP

DEFINIÇÃO

MMP significa microinfusão de medicamentos na pele. É uma via de administração de medicamentos que leva o princípio ativo diretamente no foco da ação desejada.

Esta técnica consiste na aplicação uniforme dos medicamentos indicados para a queda de cabelos na região a ser tratada, os folículos pilosos do couro cabeludo ou de outras regiões como, por exemplo, nas sobrancelhas.

O objetivo do tratamento é fortificar e engrossar os pelos da região gerando mais volume.

Para a aplicação da medicação é usado um aparelho especial com uma ponteira que possui múltiplas microagulhas. A penetração das agulhas na pele é somente cerca de 1.0 a 1.5mm de profundidade atingindo a derme. Isso faz com que a absorção dos componentes da fórmula seja lenta.

O tratamento deve ser feito de 3 em 3 meses. Depois o paciente entra em manutenção a cada 4 ou 6 meses. A resposta já é observada 30 a 60 dias após a primeira sessão. A técnica é feita com anestesia local em creme. Esta técnica potencializa os resultados da cirurgia de transplante capilar e dos tratamentos feitos em casa.

MEDICAMENTOS

TERAPIA FARMACOLÓGICA

Diversos tratamentos clínicos já foram propostos para tentar solucionar ou retardar a Alopecia Androgenética ou Calvície (AAG), porém apenas dois tratamentos são atualmente aceitos e aprovados pelo FDA (Food and Drug Administration, entidade governamental dos Estados Unidos, responsável pela análise e aprovação de uso de medicamentos): o uso do Minoxidil, que pode ser tópico ou oral, e o uso oral de Finasterida e Dutasterida.

O principal objetivo da terapia farmacológica é reverter e/ou estabilizar o processo de miniaturização dos folículos pilosos. Em termos hormonais, consiste em diminuir a atividade androgênica nos folículos capilares.

O tratamento clínico da região doadora antes da realização do procedimento cirúrgico é especialmente vantajoso, pois reverte a evolução dos folículos da fase telógena para a anágena, tornando mais fácil a visualização dos pelos, que ganham densidade, e aumentando o número de unidades foliculares disponíveis na área doadora.

MINOXIDIL

O minoxidil é um modificador biológico que age revertendo o processo de miniaturização do pelo na AAG ao normalizar o ciclo do folículo, prolongando a fase anágena ou de crescimento. Seu agente ativo, substância responsável pela estimulação do folículo piloso, é o sulfato de minoxidil (SM).

Este medicamento estimula os folículos em fase de miniaturização, ou seja, folículos de pequeno diâmetro, curtos (entre 0.5 e 2cm) e hipopigmentados. Além de estimular a vascularização do couro cabeludo permitindo uma melhor oxigenação da região, o minoxidil estimula a multiplicação das células da matrix (raiz do pelo).

A solução de minoxidil é geralmente encontrada na concentração 2% a 5%. Um estudo recente controlado com placebo comparou as respostas terapêuticas de 352 homens com idade média de 36 anos, portadores de AAG grau III-V, a essas duas concentrações de solução de minoxidil. O crescimento do pelo no grupo dos 5% foi mais rápido e mais forte.

Em outro trabalho, também controlado com placebo, foram avaliados os cabelos cortados da região frontoparietal em homens com AAG. Durante os dois anos de estudo, foram comparadas as respostas do placebo com o minoxidil 2% e 5%. Após 42 semanas a variação média no peso dos cabelos foi de 5%, 24% e 29%, respectivamente. Com 96 semanas, 14%, 15% e 19%. A diferença entre o grupo tratado e o que recebeu placebo se manteve constante em 34% para o minoxidil a 5% e 29% para o minoxidil a 2%. O maior aumento nos cabelos foi observado nas 20 primeiras semanas de tratamento.

Após esses estudos, padronizou-se o uso do minoxidil 5% para todos os pacientes duas vezes ao dia. Recomenda-se passar 1ml do produto em cada aplicação, e sempre nos cabelos secos. É importante salientar que o produto deve ser passado no couro cabeludo, e não nos fios. Ele deve ser absorvido pelos poros para agir na raiz dos cabelos. O minoxidil não tem ação na haste dos fios.

Para se obter o efeito desejado, deve-se deixar a medicação agindo por pelo menos 4 horas. Por isso seu uso é indicado à noite e pela manhã, logo ao acordar. Depois de 4 horas pode-se lavar os cabelos.

Mulheres com AAG padrão feminino também podem ser tratadas com minoxidil, mas respondem melhor ao minoxidil 5% do que ao 2%. Em 7% destas mulheres pode ocorrer hipertricose facial, ou seja, crescimento de pelos mais grossos nesta região. É mais comum naquelas que já tinham uma certa quantidade de pelos faciais, idade acima dos 50 anos ou com algum problema hormonal presente. Este problema é totalmente reversível. Primeiramente tenta-se a diminuição da concentração para 2%, e se com alguns meses de tentativa não ocorrer a diminuição destes pelos, interrompe-se o uso da droga. Não se recomenda o uso em gestantes ou período de amamentação.

Os primeiros resultados do uso do minoxidil podem ser observados após aproximadamente 4 a 6 meses, sendo evidentes com 01 ano de tratamento. Observa-se primeiramente uma redução na queda capilar, depois o processo de miniturazição se estabiliza, e por fim há um aumento do volume dos fios.

Alguns pacientes podem ter uma queda capilar temporária nas primeiras semanas do tratamento. Isto ocorre por que a droga induz um eflúvio telógeno (queda dos fios) para depois estimular o crescimento dos mesmos. Seus efeitos colaterais são mínimos, mas podem ocorrer “irritações” no couro cabeludo (ressecamento, prurido e eritema) que tendem a desaparecer com a interrupção da droga ou após algum tempo de uso.

Quanto mais precoce o diagnóstico e o início do tratamento, melhores os resultados, pois qualquer tratamento não cirúrgico para queda dos cabelos, vai agir nos folículos "vivos". Aquele folículo que já "morreu" não se recupera mais. Nenhum agente medicamentoso faz crescer cabelos em uma área totalmente sem cabelos. Só o transplante de cabelos consegue preencher este espaço vazio, retirando folículos da área doadora e recolocando-os na área calva.

Hoje usamos amuide o minoxidil por via oral nas doses de 1mg a 2,5mg/dia. Além de facilitar para o paciente o uso, já é comprovado que a sua efetividade é maior do que o uso tópico.

É muito importante que o paciente saiba que o tratamento deve ser contínuo. Uma vez interrompida medicação, a calvície volta ao estado anterior ao tratamento em aproximadamente 4 a 6 meses.

FINASTERIDA

A finasterida é um modificador hormonal que atua como bloqueador androgênico. É o primeiro inibidor seletivo da enzima 5-alfa-redutase tipo II, que faz a conversão periférica da T (testosterona) em DHT (dihidrotestosterona). Esta é responsável pelo processo de miniaturização.

Seu emprego no sexo masculino teve início em 1986, quando foi desenvolvido para tratar indivíduos com hiperplasia prostática benigna (HPB) na concentração de 5mg. O uso no tratamento da AAG foi aprovado pelo FDA em 1997.

Um estudo inicial testou o uso do finasterida em pacientes portadores de AAG que apresentam grande atividade da enzima 5-alfa-redutase e níveis elevados de DHT. Após tratamento por via oral, mais de 65% dos pacientes mostraram significativa redução da DHT no couro cabeludo.

Em 1998, três trabalhos multicêntricos, todos controlados com placebo, estudaram 1879 homens com AAG de leve a moderada que receberam 1mg de finasterida por via oral ou placebo. 48% dos homens tratados com finasterida apresentaram crescimento dos cabelos após um ano de tratamento, em oposição aos 7% do grupo do placebo.

A incidência de efeitos colaterais foi semelhante no grupo de estudo que tomou placebo e finasterida. 3,8% dos pacientes tratados com finasterida apresentaram distúrbios sexuais, como diminuição da libido, distúrbios de ejaculação e disfunção erétil, contra 2,1% dos que receberam placebo.

É importante salientar que o finasterida não gera impotência. E uma vez interrompida a medicação, os possíveis efeitos colaterais desaparecem.

O finasterida é usado para preservar os fios que ainda não caíram. Ele não faz surgir novos fios em área já calva. Seu efeito só se mantém durante o uso da medicação. Uma vez interrompido, o processo da calvície recomeça. Ele não acelera a queda de fios quando interrompido.

Indica-se o uso a partir dos 18 anos de idade, sempre com orientação médica. Uma vez iniciado tratamento, recomenda-se que o paciente faça acompanhamento médico a cada 6 meses nos 2 primeiros anos, e depois 1 vez ao ano, enquanto estiver usando a medicação.

O efeito máximo da medicação ocorre com 2 anos de tratamento. Caso o paciente ainda queira mais volume de cabelos, indica-se a associação com a cirurgia de transplante capilar.

A associação do finasterida com a loção de minoxidil traz resultados mais eficazes do que o finasterida isolado. A associação com shampoo de cetoconazol (Medical Hair Controle de Oleosidade como um exemplo) 2 a 3 vezes na semana também é eficaz.

SAW PALMETTO

O extrato do Saw Palmetto é retirado da palmeira conhecida como Serenoa repens, nativa das Índias Ocidentais que desenvolveu-se nos climas quentes da costa sudeste dos Estados Unidos, da Carolina do Sul até a Flórida.

Os benefícios de Saw Palmetto são conhecidos há séculos e a planta tem sido utilizada em medicina tradicional, eclética e alternativa. Seus ingredientes ativos incluem ácidos graxos, esteróis vegetais e flavonoides.

O extrato do Saw Palmetto é retirado da palmeira conhecida como Serenoa repens, nativa das Índias Ocidentais que desenvolveu-se nos climas quentes da costa sudeste dos Estados Unidos, da Carolina do Sul até a Flórida.

Os benefícios de Saw Palmetto são conhecidos há séculos e a planta tem sido utilizada em medicina tradicional, eclética e alternativa. Seus ingredientes ativos incluem ácidos graxos, esteróis vegetais e flavonoides.

Sua extração produz suplementos que funcionam como remédios contra a queda de cabelo porque mantêm os níveis de testosterona equilibrados. À medida que os homens envelhecem, o hormônio da testosterona diminui e o hormônio chamado 5α-Dihydrotestosterone (DHT) aumenta. A causa da perda de cabelo é devido à sensibilidade dos folículos pilosos à DHT, que é um hormônio androgênico masculino que faz com que os folículos se encolhem, resultando em uma vida útil mais curta e diminuição da produção capilar.

Normalmente, após os cabelos caírem, outro cabelo começa a crescer a partir deste mesmo folículo - mas se DHT é alta, o crescimento do cabelo diminui. Saw Palmetto tem o poder de parar a conversão de testosterona em DHT, tornando-o benéfico para o crescimento do cabelo.

MICROPIGMENTAÇÃO

DEFINIÇÃO

A micropigmentação é a técnica que consiste em redesenhar e colorir os pelos do couro cabeludo com o auxílio de um aparelho elétrico chamado dermógrafo ou agulhas próprias. É o implante de pigmentos na pele de determinadas regiões como a delineação dos lábios, a repigmentação dos mamilos após uma cirurgia, sombreamento de falhas ou poucos pelos na sobrancelha e no couro cabeludo.

Todos os tipos de pele podem receber o procedimento, exceto pessoas com doenças específicas na derme, como vitiligo. A micropigmentação é uma técnica onde o pigmento penetra na pele como se fosse uma tatuagem na derme média e derme profunda.

Em nossa experiência é o procedimento ideal para os casos de cicatrizes provenientes de microtransplantes anteriores pela técnica FUT.

TRATAMENTO A LASER

INTRODUÇÃO

Nos últimos 30 anos o laser de baixa potência vem sendo usado para o tratamento de feridas de difícil cicatrização. Observou-se, nestes pacientes, o crescimento de pelos mais grossos e compridos no local de aplicação do laser. Desde então, iniciaram-se pesquisas usando o laser para o tratamento da calvície. Os primeiros trabalhos publicados na área capilar datam de 2001, com resultados significativos.

DEFINIÇÃO

O laser de baixa potência, recebe este nome por atingir a potência de 1 a 500 miliwatts (mW), ao contrário dos lasers de alta potência que atingem 3.000 a 10.000 mW. Também é chamado de Laser Frio, pois não gera aquecimento dos tecidos, não provocando qualquer tipo de dano térmico no local aplicado. Pela baixa potência, não apresenta efeito carcinogênico ou ionizante.

MECANISMO DE AÇÃO

O mecanismo de ação dos lasers de baixa potência é o de FOTOBIOESTIMULAÇÃO. A luz do laser penetra no local aplicado, atinge as células, e estimula seu metabolismo (há um aumento da produção de ATP pelas mitocôndrias). Isto se traduz em um melhor aproveitamento dos nutrientes, uma melhor eliminação de toxinas, em aceleração da divisão celular, aceleração do crescimento epitelial com melhor cicatrização, em aumento de síntese proteica, em redução de inflamação, e em estimulação do crescimento dos pelos.

O exemplo mais comum de fotobioestimulação é a fotossíntese, quando as plantas utilizam a luz solar para produzirem energia química. Outro mecanismo de ação dos lasers de baixa potência é a ativação da microcirculação arterial, melhorando o suprimento de sangue e oxigênio para as células. Há também aumento do fluxo de retorno venoso e linfático, resultando na redução de edemas pós inflamatórios.

TIPOS DE LASER

Há vários tipos de lasers de baixa potência. O usado para o tratamento da queda de cabelos é o Laser de DIODO no comprimento de onda de 655 nanômetros (nm) com potência de 5 mW. Estes lasers para tratamento capilar podem ser portáteis, conhecidos como "escova a laser" ou lasers de cabine. Há também outro tratamento a base de luz de diodo chamado LED no comprimento de onda de 635nm com potência de 11mW. O tipo, e duração do tratamento a ser usado, é indicado pelo médico especialista. Este também avaliará a necessidade de outras formas de tratamentos complementares, como loções capilares, medicamentos via oral ou cirurgia de transplante de cabelos.

Pós Cirurgia de Transplante Capilar, para acelerar a cicatrização e eliminação das crostas e ajudar no crescimento dos fios transplantados.

Como coadjuvante no tratamento da Dermatite seborreica de couro cabeludo, pois a ação anti-inflamatória do laser reduz a oleosidade e o prurido da região tratada.

INDICAÇÕES DE USO

Redução da progressão das Alopecias Androgenéticas Masculina e feminina em graus iniciais e intermediários, pois o laser vai atuar nas raízes que ainda estão vivas. Infelizmente não há tratamento clínico que reative um folículo que já entrou em estado fibrótico. Em locais onde já não há mais cabelos, a única forma de tratamento é o transplante capilar;

O laser de baixa voltagem não é um tratamento para substituir as terapias existentes que já tem comprovação científica e prática de eficácia, como o finasteride e a loção de minoxidil. É mais uma forma de tratamento que fará um efeito sinérgico com as demais.

Tratamento de eflúvio telógeno agudo, onde ocorre a queda temporária dos cabelos em situações como no pós-parto, pós-cirurgia, pós emagrecimento importante, pós anemia, pós estresse, pós uso de certos medicamentos, pós doenças de tireóide, entre outros;

FORMA DE USO

A aplicação deve ser feita 3 vezes por semana durante 15 minutos por 3 a 6 meses.

O tratamento da queda dos cabelos com laser de baixa potência é totalmente indolor, não tóxico, não invasivo, sem qualquer tipo de efeito colateral. Já é autorizado pelo FDA e já vem sendo empregado pelas melhoras clínicas de tratamento de calvície americanas. Fazendo o tratamento correto, os pacientes podem ter cabelos mais grossos, com mais volume, com mais brilho e mais saudáveis.

Qualquer tratamento não cirúrgico age na raiz ainda "viva". A figura abaixo mostra as fases do ciclo dos cabelos em que a escova a laser ou LED podem ativar o crescimento dos mesmos.

FASE 01

Pelo em fase anágena (crescimento).
A escova a laser ou LED atuam muito bem nesta fase estimulando o metabolismo da raiz e a vascularização.

FASE 02

Pelo em fase telógena (queda). A escova a laser ou LED atuam bem nesta fase, estimulando o crescimento do novo pelo que está por vir.

FASE 03

Pelo miniaturizado (em fase de atrofia). A escova a laser ou LED podem recuperar a vitalidade deste tipo de pelo, fazendo com que ele volte a engrossar parcialmente.

FASE 04

Não há mais raiz "viva". A escova a laser ou LED não atuam. Não há como reativar uma raiz que já não existe mais.

A grande novidade do último workshop de cirurgia de restauração capilar realizado em Orlando - USA em março de 2007 foi o anúncio da autorização do uso da escova a laser Hair Max pelo FDA (Food and Drug Administration - órgão americano que controla todos os medicamentos e aparelhos usados em humanos dos USA) para o tratamento da calvície masculina dos graus II a V.

Este anúncio comprova a eficácia da escova a laser para estímulo do crescimento capilar.

Saiba mais em www.hairmax.com